Pastorini (2010), discutindo a perda de processualidade nas análises da “nova questão social”, parte do pressuposto de que esta apresenta “novas determinações em relação às que existiam anteriormente” e relaciona as mudanças nas últimas décadas com as “condições impostas pela ‘globalização’ financeira”. A autora afirma que a realidade muda permanentemente, por isso capturar o seu movimento e a historicidade dos processos sociais implica em: