Utilizou o conceito de alfabetização, não o de letramento. Podemos dizer que sua concepção de Alfabetização era tão ampla que englobava e superava o conceito de letramento, já que relacionava a consciência crítica dos sujeitos acerca da realidade vivida para transformá-la, questionando a alfabetização apenas como técnica mecânica de codificação e decodificação.
(PICCOLI; CAMINI, 2012, p. 17).
O excerto acima está se referindo a: