A proposta triangular para o ensino de artes, elaborada por Ana Mae Barbosa, na década de 1990, foi, durante muitos anos, confundida com uma metodologia com passos inflexíveis a serem seguidos pelo professor. Corrigindo esse erro conceitual, no livro Tópicos utópicos (1998), a Arte Educadora aponta que se trata de uma proposta construtivista, interacionista, dialogal, multiculturalista e pós-moderna. A proposta triangular deriva de uma dupla triangulação; uma se dá na deglutição de outras três abordagens: Escuelas Al Aire Libre do México, Critical Studies da Inglaterra e o DBAE americano; a outra triangulação é de natureza epistemológica, ao designar os componentes do ensino-aprendizagem por três ações básicas, quais sejam: