Ao interagir com a escrita, a criança desenvolve hipóteses a respeito da lógica desse sistema de representação. Em seguida, a criança submete suas hipóteses a testes e as reformula sucessivamente até alcançar o domínio do sistema alfabético de escrita. Assim sendo, o professor deve supor que a criança é capaz: imitando a mãe que age “como se” o bebê estivesse falando quando produz seus primeiros balbucios, o professor teria que aceitar as primeiras escritas infantis como amostras reais de escrita e não como puros “rabiscos”.
Adaptado de FERREIRO, E. Reflexões sobre alfabetização. São Paulo: Cortez, 1986, pp. 59-62.
Considerando o texto, é correto afirmar que sua autora