Com o final da Segunda Grande Guerra, os países capitalistas centrais se encontram diante de dois velhos fantasmas que, na visão burguesa, continuam a rondar a Europa: o ressurgimento de fascismos e a chamada “ameaça comunista”. Para afastar tais fantasmas, embora permanecessem dentro da lógica capitalista, alguns países europeus, com destaque, mas não exclusividade, para os então emergentes países escandinavos, passaram a adotar programas de assistência social e a tratar como papel do Estado o atendimento às condições mínimas adequadas de vida de suas populações. O nome pelo qual ficou conhecido o modelo de Estado descrito acima e nascido na Europa do pós-guerra é: