Marilda Iamamoto, em sua obra Capital Fetiche, afirma que é um desafio para o profissional de serviço social incorporar e ir além da abordagem do trabalho do assistente social, enquanto trabalho concreto. Para tanto, é necessário extrapolar o foco corrente centrado na prática profissional, visto que essa analise se restringe a um dos elementos do exercício profissional historicamente situado: