Uma análise epidemiológica publicada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e realizada há cerca de 5 anos, obteve dados de 102 países e demonstrou que o Sudeste Asiático e o Continente Americano permanecem como as áreas mais afetadas pela doença, com prevalência de 8,38 e 3,78 casos para cada 10.000 habitantes, respectivamente. Esses números são ainda preocupantes, uma vez que a OMS, desde 1991, estipulou como meta, para eliminação da doença como problema de saúde pública, uma prevalência menor do que 1 caso para cada 10.000 habitantes. As taxas de casos novos na Índia, no Brasil e na Indonésia permanecem elevadas, e esses três países são os mais endêmicos, perfazendo aproximadamente 81% dos casos novos em todo o mundo.
(Leprosy: ancient disease remains a public health problem nowadays. ABD Anais Brasileiros de Dermatologia 2016 Jul-Aug; 91(4): 547-8)
Considerando os aspectos da hanseníase no Brasil é correto afirmar: