Para Dimenstein (2000), são implicações da cultura profissional do psicólogo na prática no campo da saúde pública, EXCETO:
A presença de conflito em relação às representações de Pessoa, corpo, saúde e doença que são próprias dos usuários dos serviços públicos de saúde e as do próprio profissional.
A baixa eficácia das terapêuticas e as altas taxas de abandono dos tratamentos, em parte como consequência da transposição de técnicas e teorias psicológicas para o campo da assistência pública baseada em pressupostos de compartilhamento da visão de mundo e de possuir o mesmo modelo de subjetividade.
A problematização das questões sociais e culturais
A seleção e hierarquização dos usuários dos serviços públicos de saúde.
A crença de superioridade de seu conhecimento, visto como capaz de explicar tudo, e a pouca disponibilidade para refazer suas ações baseadas num conhecimento compartilhado geram dificuldades em participar de equipes multiprofissionais e dos programas públicos de saúde.
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