Em “Modernidade Líquida” (2001), o autor Zygmunt Bauman discorre sobre as características do tempo em que vivemos. Para tanto, utiliza-se da metáfora dos líquidos e dos sólidos para apresentar as modificações acarretadas em nossas vidas. Desse modo, argumenta que vivemos na atualidade a partir de múltiplas mudanças e que os padrões e configurações não são mais dados. Salienta que “Os poderes que liquefazem passaram do “sistema” para a “sociedade”, da “política” para “as políticas da vida”
[...]. (BAUMAN, 2001, p. 14) [grifos do autor].
Na correnteza de tal posicionamento, é correto afirmar que