Avanços tecnológicos, em especial aqueles aplicados à medicina, têm garantido melhor qualidade de vida aos idosos, no entanto esse atendimento não se dá de modo igualitário, sendo grande a parcela da população idosa que vive em condições precárias, decorrentes, especialmente, de uma situação econômica desfavorável, da falta de instrução, do abandono ou da necessidade de realizar trabalhos “pesados” para garantir sua sobrevivência, entre outros aspectos.
(Adaptado de: MARQUES, D. T.; PACHANE, G. G. “Formação de educadores...”. Educação e Pesquisa, São Paulo, v. 36, n. 2, maio/ago. 2010, p. 480)
Frente à existência de grupos em situação de vulnerabilidade, como o descrito no texto, o educador social