O uso da linguagem, segundo Veiga-Neto, 1996, não é mais vista como um veículo de revelação ou de representação do mundo real, ela passa a ser entendida como um instrumento de constituição daquilo que entendemos como realidade. Amaral, 1997, chama a atenção para as práticas de produção do sentido a que estamos submetidos cotidianamente na escola, nas instituições públicas, no shopping center, no cinema, na televisão etc. O discurso publicitário pressupõe o espaço da escola como:
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