“O debate sobre a inserção do comunicador na sociedade e seu mercado de trabalho é mais do que legítimo, mas tal postura não pode ofuscar a reflexão sobre o impacto social que as formas mais abertas de webjornalismo hoje oferecem. Tanto o radicalismo otimista, que vê nas tecnologias digitais de cooperação a garantia de uma pseudo-democracia universal, quanto o extremismo corporativista, que enxerga nos noticiários participativos uma ameaça à profissão ou aos cursos de jornalismo, revelam suas limitações e baixo poder heurístico” (PRIMO e TRÄSEL, 2006).
No contexto apresentado pelos autores em relação à emergência do “webjornalismo” e seu impacto na produção e circulação de informações jornalísticas, assinale a alternativa CORRETA: