Em relação ao câncer esofágico, é correto afirmar que
o carcinoma precoce de esôfago é caracterizado por lesão que se estende até a submucosa, sem ultrapassá-la, independente da presença de metástases linfonodais.
o tipo de câncer de esôfago mais comum é o carcinoma de células escamosas, e seus principais fatores de risco são: esôfago de Barrett, portadores de acalasia, portadores de estenose esofágica após ingestão de corrosivos, Síndrome de Plummer-Vinson, Tilose palmoplantar e carcinoma de cabeça e pescoço.
a maioria dos adenocarcinomas, mas não todos, se desenvolvem a partir da metaplasia epitelial de Barrett. Nesses pacientes, o risco de desenvolver câncer esofágico é 30 vezes maior do que na população em geral. Daí a necessidade de rastreio populacional com endoscopia digestiva alta para pacientes com DRGE de longa data.
na presença de achados endoscópicos suspeitos de carcinoma de células escamosas do esofágico (desaparecimento do padrão vascular, elevação ou depressão da mucosa e granularidade da superfície), as biópsias estão indicadas após a realização de cromoscopia com azul de metileno, devendo-se biopsiar as áreas coradas.
sinais endoscópicos de lesões superficiais ou exame endoscópico, confirmando tumor limitado à mucosa ou até a camada submucosa superficial (Sm1); confirmação histológica de carcinoma epidermóide ou neoplasia intraepitelial de alto grau restrita à mucosa (M1 e M2) ou lesões com invasão de M3 ou Sm1 sem envolvimento linfático ou vascular, com tamanho menor que 2,5 cm e ausência de acometimento linfonodal.
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