Paciente de 65 anos, sexo masculino, dependente parcial para atividades de vida diária. Familiares relatam que o paciente não exerce as atividades de sair de casa sozinho, não maneja mais as próprias finanças e não toma as medicações sem auxílio. A dependência funcional iniciou-se há um ano, concomitantemente com a dificuldade com a “fala”. Ao exame clínico, observou-se a fala disártrica, com emissão de poucas palavras e um enorme esforço para emiti-las e a compreensão prejudicada de frases longas. Não há dificuldade observada na compreensão de frases curtas e na nomeação. Ressonância nuclear magnética encefálica demonstrou atrofia frontoinsular posterior esquerda.
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