Produtividade do milho transgênico atinge média 16,6% superior ao convencional, diz CAT de Tupanciretã/RS
Menos defensivos e mais milho por hectare. Os primeiros resultados do município de Joia, a 440 km de Porto Alegre, surpreenderam positivamente os milhocultores. Os quatro híbridos com o gene modificado (AG 9020 Bt, AG 8015 Bt, AG 8011 Bt e AS 1551 Bt), que contavam com seus correspondentes convencionais (AG 9020, AG 8015, AG 8011 e AS 1551), apresentaram produtividade, em média, 16,6% superior à das sementes convencionais.
“Mesmo que a produtividade seja a mesma, o produtor já sai ganhando, devido à redução no número de aplicações de herbicidas e à consequente vantagem ambiental”, aponta Almir Rebelo, presidente do Clube Amigos da Terra (CAT) de Tupanciretã e um dos pioneiros no uso de sementes transgênicas na região.
Certas espécies de plantas daninhas são capazes de usar menos água por unidade de matéria seca produzida do que outras, ou seja, apresentam elevada eficiência no uso de água. Nesse sentido, a planta de milho, por apresentar rota fotossintética C4 (eficiente no uso de água), leva vantagem sobre aquelas com rota fotossintética C3 (menos eficientes no uso de água), mas não sobre aquelas espécies que possuem igual rota fotossintética, como é o caso das plantas daninhas tiririca, capim-carrapicho, grama-seda, capim-marmelada, capim-colchão, entre outras.
Internet: (com adaptações).
Julgue os itens subsequentes com relação às ideias do texto acima.
A seleção dos transgênicos ocorre em várias etapas. Uma delas é a seleção das células transgênicas, que pode ser feita por meio do uso de genes repórteres, causadores da morte das células não transformadas.