Weisz (1999) narra que recebeu, em vídeo, uma aula gravada por uma professora, na qual a docente propôs às crianças uma produção coletiva de texto na lousa. O texto produzido pelos alunos e grafado pela professora foi:
“O sapo
O sapo é bom.
O sapo come inseto.
O sapo é feio.
O sapo vive na água e na terra.
Ele solta um líquido pela espinha.
O sapo é verde.”
Segundo Weisz, considerando a concepção empirista, e a respeito da proposta apresentada pela docente, é correto afirmar que a professora