Homem de 56 anos, em acompanhamento médico por angina
instável de início recente, diabetes mellitus tipo 2, hipertensão
arterial sistêmica e dislipidemia, é internado em unidade
coronariana de hospital de atenção terciária com quadro de dor
torácica em aperto, de forte intensidade, irradiada para o membro
superior esquerdo e mandíbula, iniciada há cerca de 2 horas. O
paciente relata ter sofrido 3 episódios de dor com características
similares, mas de menor duração, nas últimas 24 horas. Ele
vem em uso crônico de losartana, hidroclorotiazida, ácido
acetilsalicílico, dapagliflozina, metformina e atorvastatina. Ao
exame físico, ausculta-se 4ª bulha, níveis pressóricos dentro da
normalidade, sem congestão pulmonar. Um eletrocardiograma
mostra novo infradesnivelamento segmento ST de 1 mm, com
inversão de onda T, em parede anterior. O paciente evolui com
elevação da troponina-I, fazendo curva enzimática. O escore
de risco Grace é de 152 pontos, enquanto o TIMI risk score é
de 5 pontos.
A conduta indicada nesse caso é realizar
A conduta indicada nesse caso é realizar
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