Uma paciente jovem apresentou hipotonia uterina com sangramento abundante após a extração do feto e dequitadura placentária durante uma cesariana, apesar de todas as medidas adotadas pelo obstetra. Antes de partir para a realização de uma histerectomia puerperal, no intuito de preservar o útero, o cirurgião optou pela ligadura das artérias uterinas.
Conhecedor da anatomia da referida artéria, ele sabia que além de ela surgir na bifurcação da artéria ilíaca comum, em oposição à articulação lombo-sacral (disco intervertebral L5/S1), a artéria seguindo seu trajeto habitual, assume a seguinte posição: