Observe a imagem:

(DURAND, Marie-Françoise [et al]. Atlas da Mundialização: Compreender o espaço mundial contemporâneo. São Paulo: Saraiva, 2009, p.104)
“No comércio mundial, apesar de uma mudança recente em decorrência da crise econômica, a tendência nos últimos 50 anos tem sido de crescimento sustentado. De 1950 até hoje, os intercâmbios mundiais multiplicaram-se mais de 20 vezes e o crescimento das exportações em (volume) foi superior ao da produção mundial. No conjunto dos câmbios de mercadorias, parte relativa à agricultura não para de diminuir - embora continue sendo um importante ponto de bloqueio das relações comerciais – e a parte relativa aos produtos manufaturados aumenta rapidamente. O comércio de serviços ocupa, por sua vez, lugar de crescente importância [...]”
(DURAND, Marie-Françoise [et al]. Atlas da Mundialização: Compreender o espaço mundial contemporâneo. São Paulo: Saraiva, 2009. p.104)
Os países emergentes representam hoje 30% do PIB mundial. No entanto, são cada vez mais dependentes dos mercados globais, seja em relação ao capital e/ou à energia e matérias-primas e, principalmente, aos países desenvolvidos/centrais, para escoar sua produção. Esse fluxo constante de dinâmicas e trocas comerciais configura o que denominamos