O final do século XIX foi marcado por uma profunda
crise de valores e estéticas. O Art Nouveau (ou Arte
Nova), surgido como uma resposta ao ecletismo
e à rigidez da arte acadêmica, defendia a união
entre arte e vida, exaltando a beleza da linha curva,
assimétrica e orgânica, inspirada principalmente
na flora. Paralelamente, o Pós-Impressionismo
representou um conjunto heterogêneo de reações
ao Impressionismo, onde artistas como Van Gogh,
Cézanne e Gauguin abandonaram o foco na captação
fugaz da luz para buscar maior solidez formal,
profundidade emocional e conteúdo simbólico.
Ambos os movimentos, portanto, compartilham
um Espírito da Época (o Zeitgeist) de ruptura com
o naturalismo e de busca por uma linguagem que
expressasse a subjetividade e a função simbólica da
arte na aurora da modernidade.
Embora o Art Nouveau seja predominantemente um estilo decorativo e de design, e o Pós-Impressionismo uma transição pictórica para as vanguardas, a principal afinidade que alinha esses movimentos no contexto do Zeitgeist (espírito da época) do fim do século XIX reside em sua:
Embora o Art Nouveau seja predominantemente um estilo decorativo e de design, e o Pós-Impressionismo uma transição pictórica para as vanguardas, a principal afinidade que alinha esses movimentos no contexto do Zeitgeist (espírito da época) do fim do século XIX reside em sua: