Em relação ao estudo de Mattos (2016), intitulado “Estratégias de enfrentamento do câncer, adotadas por familiares de indivíduos em tratamento oncológico”, é CORRETO afirmar que:
O câncer, por se tratar de uma doença crônica, não traz consigo o estigma de morte ou impossibilidade de cura, portanto não gera impactos significativos na vida das pessoas, envolvidas com essa doença.
A vivência dos familiares com o paciente provoca transtornos em sua saúde física e emocional e, em razão disso, utilizam estratégias com vistas a enfrentarem o processo de adoecimento de forma menos estressante e dolorosa.
Para a maioria dos familiares, a convivência com o indivíduo em tratamento oncológico constitui-se em uma experiência intensa, mas aceitável, uma vez que eles tendem a terem esperança no tratamento.
Verifica-se que, com a evolução do tratamento do câncer e com o aumento das chances de cura dos indivíduos acometidos, a maior parte dos sujeitos envolvidos, e da população em geral, percebe essa enfermidade como algo comum e de fácil enfrentamento.
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