“Truculência policial no Rio de Janeiro. O dia 20 de junho de 2013, no Rio de Janeiro, talvez tenha marcado o auge das manifestações de rua que tomaram o País. Divulgou-se que 1,4 milhão de pessoas saíram às ruas. (...) Foi nesta cidade, no entanto, que se viu o que teria sido o maior episódio recente de repressão policial a manifestações democráticas.
(...) Quatro dias depois, o cenário foi mais triste. Ao reprimir o que seria um pequeno arrastão na Avenida Brasil, o Batalhão de Operações Especiais (Bope.) viu ser assassinado o sargento Ednélson Jerônimo dos Santos. Foi então que os policiais entraram na favela Nova Holanda, no Complexo da Maré, iniciando uma noite de horror, como foi descrito pela comunidade. Na operação, morreram de nove a 13 pessoas – até as diferenças na contagem revela o pouco valor que se dá à vida nas favelas. O Bope é famoso pelos seus cânticos de apologia à morte. Em um deles, diz: „Homem de preto, qual é sua missão? É invadir favela, e deixar corpo no chão".”
(Fonte: http://www.carosamigos.com.br/index.
php/cultura/carnaval- 2013/227-revista/edicao-197/3451-tiros-e-borrachadas)
A reportagem acima mostra quais têm sido as respostas do Estado e das classes dominantes a esse quadro de insatisfação presente nas manifestações por todo o país. Essa situação revela: