O Conselho Federal de Psicologia realizou em outubro de 2009, o Seminário Nacional de Psicologia e Mobilidade – O Espaço Público como Direito de Todos. Dentro das discussões, uma mesa redonda: Impactos da (i) mobilidade na produção da subjetividade. Nas discussões da mesa, Macedo G.M. escreve: “Pensar o fenômeno da ‘movimentação humana’ em nossos dias é considerar a diversidade de usos (e abusos) do espaço público e os modos de subjetivação inerentes ao constructo adverso das relações e pactos sociais engendrados a conflitos de toda sorte, evidenciados quando estamos em trânsito. Em quase todo lugar, hoje em dia, é possível estar conectado, em sintonia com a velocidade dos nossos tempos.” A autora continua: “Autores como Marc Augé defendem a ideia de que a experiência contemporânea de locomoção, de ser transportado, também transforma o lugar em não-lugar, dessensibiliza os sujeitos na sua relação com o espaço, transformando-o em mero lugar de passagem.” Acompanhando o pensamento de Macedo, pode-se afirmar que:
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