“O presidente da República entende-se com os dos estados; a autoridade federal apóia a dos estados, nomeando os funcionários federais ante a indicação ou aprovação dos estados; estes apóiam o governo central, através do voto de suas bancadas no Senado e na Câmara. O resultado é a conciliação pelo alto, sem audiência do povo, fato comum na prática de então, com leis eleitorais e com a fraude.”
IGLÉSIAS, Francisco. Constituintes e Constiuições Brasileiras. São Paulo:
Brasiliense, 1985. p. 32.
Apesar da estrutura descrita por Iglesias, durante a chamada “Política dos Governadores”, ocorreram momentos de rupturas intraoligárquicas, entre as quais destaca-se