T., sexo feminino, 28 anos, vem à consulta ambulatorial de rotina no CAPS. Possui diagnóstico de transtorno depressivo maior e faz uso de nortriptilina 50mg/ noite, clonazepam 02mg/noite. Apresenta-se sonolenta, com fala arrastada e discurso incompreensível. Torna-se apática ao longo da entrevista. A correlação entre a alteração da função psíquica e sua possível causa está corretamente indicada em