Ao discutir a abertura de tempos nos currículos para as vivências do tempo, Arroyo (2013) afirma que um avanço relevante é reconhecer que devemos respeitar a diversidade de tempos de socialização, formação, aprendizagem ao menos no tempo-ciclo vivido ainda por crianças no final da infância.
Segundo o autor, este é um avanço