Nos últimos anos, a urbanização difusa fez aumentar o valor do solo, e a agricultura perdeu rentabilidade para a atividade imobiliária. Ao uso fragmentado do solo ou mesmo ao abandono da produção, juntou-se uma ocupação desordenada, onde o automóvel é rei nas deslocações das famílias, nos consumos de energia e nas emissões de CO2, contribuindo para a insustentabilidade dos territórios. Nesse contexto, a temática da agricultura urbana foi crescendo em importância pela associação feita ao seu contributo para o desenvolvimento sustentável
(Fonte: COSTA; MARAFON, 2020, p. 21 - adaptado).
Sobre a agricultura urbana, é correto afirmar que: