Douglas McGregor foi um dos primeiros escritores a chamar a atenção para modelos gerenciais. Ele sugeriu que a filosofia gerencial afetava as práticas administrativas. As políticas de Recursos Humanos da administração, os estilos de tomadas de decisão, as práticas operacionais e mesmo os desenhos das estruturas organizacionais partiam de hipóteses sobre o comportamento humano. Sobre a contribuição de McGregor para a compreensão de paradigmas, ou estruturas de pensamento para a apresentação de possíveis explicações sobre como as coisas acontecem, afirma-se:
I – A Teoria Y implica uma abordagem mais humana e apoiadora para administrar pessoas, pois assume que as pessoas não são inerentemente preguiçosas.
II – De acordo com a Teoria X, a maior parte dos funcionários possui algum potencial de crescimento com relação a suas competências e seu desempenho, ao contrário do que prega a Teoria Y, que é um conjunto tradicional de hipóteses sobre as pessoas.
III – A Teoria X preconiza que a maior parte das pessoas não gosta de trabalhar e que elas tentarão evitar fazê-lo, se puderem.
IV – Segundo o paradigma da Teoria X, as pessoas possuem imaginação, inteligência e criatividade; características que podem ser aplicadas no trabalho por meio de condições adequadas.
V – Os gerentes são forçados a coagir, controlar e ameaçar seus subordinados para obter desempenho satisfatório. Embora os gerentes possam negar que possuam essa visão sobre as pessoas, várias de suas ações históricas confirmam que a Teoria X tem sido a perspectiva administrativa típica sobre os funcionários.
VI - Para a Teoria Y, o papel dos gerentes é coagir e controlar os funcionários, pois a maior parte das pessoas carece de responsabilidade, tem pouca ambição e busca segurança acima de tudo.
São verdadeiras as afirmativas: