Com base na atuação multiprofissional em cuidados paliativos (CARVALHO, 2012), é CORRETO afirmar que:
O controle dos sinais e sintomas, independente da gênese dos mesmos, em um paciente diagnosticado com uma patologia que, potencialmente, afete a continuidade da vida, é de responsabilidade hegemônica das profissões da Medicina e da Enfermagem, visto que estas têm habilidades e conhecimentos técnicos para a prescrição e administração de medicamentos.
O papel da equipe multiprofissional em cuidados paliativos consiste em dar suporte ao paciente, exclusivamente, de forma pontual e assistencialista. É importante aguardar o avanço da doença/quadro clínico para as tomadas de decisões, referentes às possíveis condutas a serem instituídas.
Surge na equipe multiprofissional em cuidados paliativos, o Assistente Espiritual, profissional este fundamental no momento iminente do óbito. Não é recomendado um acompanhamento contínuo ao paciente, visto que “a cura espiritual e emocional” é inatingível.
No contexto dos cuidados paliativos, os profissionais necessitam de uma compreensão abrangente sobre o “cuidar”, ressaltando sempre a importância do diálogo, da complementação dos saberes, da valorização da comunicação efetiva e do trabalho em equipe, tendo o paciente e seus familiares como centro das ações.
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