Após encontro de Montevidéu (Uruguai), em 2002, recomenda-se, respeitando as características de cada país, que
não se imponha o ensino de língua oficial do país à comunidade surda.
especialistas protagonizem processos de investigação para comunidade surda.
não existam bases de lineamento gerais para cursos de língua de sinais.
haja estímulo e garantia de acesso à primeira língua e à língua de sinais.
a Federação Mundial de Surdos controle a formação de intérpretes.
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