A partir de meados do século XIX o modelo hierarquizado e autoritário de educação, que caracterizou as instituições escolares até então, passou a ser questionado por educadores como Maria Montessori, na Europa, e John Dewey, nos Estados Unidos.
Impulsionados pelo desenvolvimento dos estudos de psicologia sobre aprendizagem e desenvolvimento humano, e com críticas à pedagogia tradicional e à forma como os conteúdos curriculares eram impostos aos alunos, esses e outros educadores passaram a reivindicar a participação ativa dos alunos no processo de aprendizagem. Desta forma, essas propostas resgataram princípios atenienses de educação: