Ana é coordenadora pedagógica em uma escola de ensino médio em uma cidade pequena e conservadora. Recentemente, ela decidiu restringir a menção e o uso de certos autores da teoria educacional em sala de aula e nas demais atividades escolares por parte dos professores. Ana justifica sua decisão alegando que está preocupada com a possibilidade de abordar tópicos considerados sensíveis, como diversidade de gênero, sexualidade e multiculturalismo, o que poderia gerar controvérsia ou desconforto por parte dos pais dos alunos.
Ela instrui os professores a evitar mencionar ou discutir autores que abordem esses temas em seus trabalhos, argumentando que a escola deve priorizar a segurança emocional e o bem-estar dos alunos e evitar qualquer assunto que possa ser considerado controverso ou provocativo para a comunidade escolar.
Essa situação está em discordância direta vinculação entre a educação escolar, o trabalho e as práticas sociais, de acordo com o seguinte princípio estabelecido pela Lei n.º 9.394/96, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional: