“Os meios de comunicação são importantes fontes de informação no que se refere a temas relacionados à saúde e à medicina. Na escolha do enfoque e da linha editorial de uma cobertura jornalística sobre uma doença emergente, a mídia pode ajudar a promover a tranquilidade ou o pânico em suas audiências. Novos estudos comprovam que a cobertura midiática de algumas doenças emergentes têm sido extensas e, em alguns casos, pouco precisas, sensacionalistas e alarmistas”
(MEDEIROS; MASSARANI, In: Revista Intercom, V.34, 2011).
Sobre esta realidade, analise o texto a seguir:
No final de abril de 2009, uma aparente epidemia de um novo tipo de doença colocou o mundo em estado de alerta. Estudos indicavam que um novo vírus teria se originado da recombinação de segmentos de RNA (Código Genético) humano, aviário e suíno provenientes de três continentes: Ásia, Europa e América do Norte. O vírus circulou em boa parte do mundo, muitas pessoas foram infectadas e mortas. No dia 25 de abril a Organização Mundial da Saúde advertiu o mundo sobre os riscos de pandemia. Neste caso, a mídia (em sua grande maioria) cumpriu com o seu papel de alertar a audiência sobre uma crise de saúde pública no mundo.
Esta aparente epidemia foi a: