Epicuro considerava a Filosofia não como instrução e aquisição passiva de informações, mas como uma atividade que, através
de um generoso sentimento, a philia (amizade), ultrapassa a dimensão da sabedoria contemplativa e se expande em amor à
humanidade. O logos filosófico traz a verdade iluminadora: é o discurso que se faz pharmakon, remédio que dissolve crenças
e superstições – fonte do medo e dos males da alma.
MATOS, O. Filosofia: a polifonia da razão. São Paulo: Scipione, 1997.
Com base no texto, podemos afirmar que a Filosofia de Epicuro concebe como tarefa primeira da Filosofia:
MATOS, O. Filosofia: a polifonia da razão. São Paulo: Scipione, 1997.
Com base no texto, podemos afirmar que a Filosofia de Epicuro concebe como tarefa primeira da Filosofia: