Os segmentos a seguir fazem parte de um texto sobre a geração Y, publicado no jornal El País (edição on-line ) em 13/06/2017. Numere os parênteses, determinando a ordem lógica desses segmentos.
( ) Parte desse “tudo pronto”, muitas vezes, se atribui aos pais. Mas, para a professora Lúcia Villas Boas, pesquisadora
da Fundação Carlos Chagas, “a opção por prolongar a permanência na casa dos pais deve ser entendida não somente
em função dos ritmos e das formas de inserção profissional, mas também como um efeito geracional em busca de
uma nova construção de identidade”.
( ) Ademar Bueno, diretor do Laboratório de Inovação, Empreendedorismo e Sustentabilidade da Fundação Getúlio
Vargas (FGV), vai contra essa percepção. “Eles vão se formar novamente, se especializar, e quando chegam ao
mercado a história vai se repetir, porque eles estarão ainda mais bem preparados para vagas que não correspondem
ao que almejam”.
( ) Para Carla Linhares, professora de Gestão de Pessoas da Fundação Dom Cabral, a geração Y é liderada pelo
imediatismo e as mudanças de curso e desistências refletem isso.
O importante, frisa, é que “eles não estão desistindo, apenas estão migrando para ter melhores oportunidades”. Isso pode ser visto, segundo Linhares, como algo positivo.
( ) Essa construção, segundo explica, se apropria de novas formas culturais que envolvem o processo de
independência, de desfamiliarização e de transformação da identidade pessoal que, atualmente, vêm sendo
construídos sobre novas bases.
( ) Para ele, o que falta é ajustar o processo motivacional do estudante, para que ele saiba lidar com as frustrações e
entenda que “a formação exige esforços individuais, que eles precisam estar mais aptos a encarar desafios e projetos,
aprender a se situar nesse mundo. Não se trata de entrar em um lugar e receber tudo pronto”, afirma.
Assinale a alternativa que apresenta a numeração correta dos parênteses, de cima para baixo