Com os avanços da assistência neonatal, a taxa de sobrevivência de bebês prematuros se torna cada vez maior, aumentando com isso a importância de um rigoroso acompanhamento de follow-up desse grupo especial. Há alguns anos não se podia imaginar que um recém-nascido com peso de nascimento inferior a 500 gramas ou idade gestacional de 24 semanas fosse capaz de resistir a todas as complicações associadas à prematuridade e ao baixo peso. Hoje em dia, já temos grande número de casos que consegue sobreviver e receber alta da UTI neonatal, porém uma parcela significativa associada a comorbidades importantes, que precisam ser bem acompanhadas ambulatorialmente.
Neste contexto de seguimento do prematuro, qual seria a alternativa que aponta a frequência CORRETA de consultas no ambulatório de Follow-up?