Tradicionalmente, a ligação mais importante entre algumas religiões e ética baseava-se na ideia de que a
religião proporcionava uma razão para praticar o bem.
A razão apresentada era a de que os virtuosos seriam recompensados com a bem-aventurança eterna enquanto
os outros arderiam nas chamas do Inferno. Nem todos
os pensadores religiosos aceitaram este argumento:
Immanuel Kant, por exemplo, que era um cristão devoto,
rejeitava tudo o que parecesse uma obediência às leis
morais motivada pelo interesse pessoal (Singer, 2018.
Adaptado).
Peter Singer (2018) ressalta que, para Kant,
Peter Singer (2018) ressalta que, para Kant,