Os ecólogos acreditam que é importante reconhecer uma
vantagem de curto prazo para a reprodução sexuada.
Em ambientes que mudam rápida e imprevisivelmente, a
reprodução sexuada fornece uma combinação genética
nova a cada geração, aumentando a chance de que
alguns descendentes sejam bem-sucedidos nessas
condições. Se as populações dos hospedeiros não
pudessem responder rapidamente, elas provavelmente
teriam seus números diminuídos e talvez seriam levadas
à extinção pelos patógenos crescentemente virulentos.
Além disso, o sexo promove a recombinação genética,
permitindo que características favoráveis se espalhem
mais rapidamente nas populações. Essa variabilidade
genética também dificulta a adaptação de parasitas e
patógenos aos seus hospedeiros, já que eles precisam
constantemente acompanhar as mudanças genéticas
das populações hospedeiras.
Fonte: Ricklefs, R.E. A Economia da Natureza. Quinta edição. Rio de Janeiro: Editora Guanabara Koogan, 2003 (modificado).
Essa ideia é chamada de:
Fonte: Ricklefs, R.E. A Economia da Natureza. Quinta edição. Rio de Janeiro: Editora Guanabara Koogan, 2003 (modificado).
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