O seguinte caso clínico se refere à questão abaixo.
Paciente foi encaminhado para internação psiquiátrica com diagnóstico de Esquizofrenia paranóide. A necessidade de internação decorreu da impossibilidade de tratamento ambulatorial, pois paciente estava com delírio persecutório que incluía seus principais cuidadores. Aceitou voluntariamente a internação e, após três dias no hospital, começou a ficar agitado e dizer que não queria mais ficar «naquele lugar». Dizia que havia agentes de sua família infiltrados no hospital e que insistiam para que tomasse os comprimidos que lhe davam muito sono.
Imaginando que o diagnóstico na internação esteja correto e que não tenha qualquer outra patologia ou transtorno comórbido, não é esperado encontrar no exame do estado mental a seguinte alteração: