Para responder à questão, considere o excerto abaixo.
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Em 2017, o Instituto de Ensino em Saúde Suplementar junto com a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) divulgaram uma pesquisa em que o Brasil ocupa o segundo lugar de mortes evitáveis. Os chamados eventos adversos são a segunda causa de morte mais comum no Brasil. Todo dia, 829 brasileiros falecem em decorrência de condições adquiridas nos hospitais, o que equivale a três mortos a cada cinco minutos. O falecimento de 302.610 mil brasileiros em hospitais públicos ou privados como consequência de um “evento adverso” é resultado, por exemplo, de erros de dosagem ou aplicação de medicamentos, uso incorreto de equipamentos e infecção hospitalar, entre inúmeros outros casos. |
FONTE: /11/07/cultur a- justa-e- cultura- de- seguranca-em-hospitais /"https://www.anestedu.com.br /index .php/2019/11/07/cultura-justa-e-cultura- de-seguranHYPERLINK "https ://www.anes tedu.c om.br /index .php/2019/11/07/cultura- justa-e- cultura- deseguranca-em- hospitais /"ca-em-hospitais /. Acesso em: 20/07/2022.
O problema apresentado no excerto foi reconhecido como um problema mundial de saúde pública pela Organização Mundial da Saúde (OMS) que, para promover a segurança do paciente em nível global, estabeleceu medidas por meio de uma Aliança Mundial para Segurança do Paciente (World Alliance for PatientySafety). No Brasil, o Programa Nacional para Segurança do Paciente (PNSP) foi lançado pelo Ministério da Saúde, por intermédio da publicação da Portaria nº 529, em 1º de abril de 2013. Um dos objetivos da Portaria é promover a implementação das ações voltadas para a segurança do paciente, a partir da criação dos Núcleos de Segurança do Paciente. Esses núcleos, nos serviços de saúde, tem como objetivo,