O caso clínico a seguir contextualiza a questão. Leia-o atentamente.
“Homem com idade desconhecida, morador de área livre, é trazido para atendimento pelo SAMU, após ser encontrado desacordado em via pública. Ao exame: MEG, sonolento, desidratado 1+/4, hipocorado 1+/4, afebril, anictérico, acianótico, Glasgow 9 (O 2 V 2 M 5), pupilas isocóricas e fotorreagentes, ausência de sinais meníngeos, glicemia capilar 90 mg/dL, tempo de enchimento capilar < 5 segundos; FC: 64 bpm, FR > 14 irpm, PA : 110 x 70 mmHg, saturação de oxigênio 94% em ar ambiente ACV: RR2T, BNF, sem sopros; AR: MV diminuído globalmente, ausência de ruídos adventícios; abdômen plano, flácido, sem sinais de peritonite e massas palpáveis; membros inferiores sem edemas. Paciente emagrecido com peso aproximado de 50 kg. Feito rastreio infeccioso e metabólico, que não evidenciam alteração em eletrólitos e apontam infecção pelo HIV; sorologias IgM e IgG positivas para toxoplasmose. Solicitou-se, posteriormente, contagem de linfócitos T CD4 com resultado inferior a 100 células/mm³. Frente à história do paciente e exames laboratoriais, o médico assistente aventa a hipótese diagnóstica de neurotoxoplasmose e solicita uma tomografia computadorizada de crânio.”
Confirmado o diagnóstico de neurotoxoplasmose, assinale o esquema terapêutico mais adequado para o paciente.