O bloqueio neuromuscular, uma vez estabelecido, deve ser monitorizado no perioperatório, permitindo avaliar a profundidade do relaxamento muscular, e minimizando o risco de curarização residual no pós-operatório imediato, uma causa comum de complicação na sala de recuperação pós-anestésica. Para isso, adotam-se padrões de neuroestimulação, que permitem aumentar a sensibilidade do monitor.
Em relação à monitorização neuromuscular, é correto afirmar que: