Denominada de “educação física da desordem”, Daólio (2007) defi ne tal intervenção nas escolas como forma de valorizar o conceito e a ação de cultura no cotidiano das aulas de Educação Física. De característica crítica, tal intervenção não teria um conceito rígido em relação à sociedade e reconheceria outros processos de desenvolvimento em busca do modelo proposto. Nesse sentido, tal concepção recusa a ideia de: