A história da educação infantil no Brasil remonta aos períodos coloniais, com iniciativas assistenciais para as crianças desamparadas. Em período mais recente, entre as décadas de 1960 e 1980, foram mantidas as creches públicas voltadas para a população de pouco poder aquisitivo, com o seu cunho assistencialista. As creches particulares, em geral, eram frequentadas por famílias que podiam fazer opção pela educação infantil e tinham recursos financeiros. Neste caso, a ação era denominada educativa, propondo-se a desenvolver atividades direcionadas aos aspectos cognitivos, emocionais e sociais da criança. O tratamento diferenciado partia do pressuposto de que