Paciente de 8 anos, sexo masculino, é trazido pelos pais com queixa estética de orelhas de abano bilaterais, referindo bullying escolar. Ao exame físico, o ângulo auriculocefálico mede 42° bilateralmente e a distância hélix-mastoide é de 2,5 cm. A cartilagem auricular é rígida e espessa. A deformidade é classificada como grau I de Weerda. Conforme as classificações mais utilizadas para orelha proeminente, o componente anatômico cuja deficiência é a causa CORRETA dessa deformidade é:
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