Leia o texto a seguir:
A metamorfose de um líder
“Pode-se dizer que Abílio Diniz passou por uma verdadeira ‘metamorfose’ desde que assumiu a presidência do Grupo Pão de Açúcar, em 1995. [...] Naqueles anos, Abílio era um líder centralizador ao extremo. ‘Eu era o presidente, o superintendente e o cara que estava com a mão na massa’, conta. Para ele, esse estilo de gestão era o mais adequado; afinal de contas, além de presidente do grupo, o executivo também era o principal acionista da companhia [...] Em 2003, Abílio resolveu abandonar o posto de presidente da empresa para presidir o conselho de acionistas. [...] Daquele ano até 2007, Abílio tentou manter distância das decisões cotidianas do grupo, atuando apenas como líder dos acionistas. Nesse período o grupo estagnou, a concorrência fortaleceu-se e dois presidentes da empresa foram demitidos pelo conselho de acionistas. Notando que algo estava errado, Abílio decidiu retomar às atividades operacionais. [...] Ao longo desse processo de transformação, a relação mantida por Abílio com seus subordinados também passou por alterações. Inicialmente, por ser um líder voltado para a execução de tarefas e o alcance de resultados o gestor mantinha certa distância dos funcionários e buscava resolver todos os problemas individualmente. Em sua nova fase [...] Abílio adotou uma postura mais voltada para a delegação e preocupada com a construção de um estilo de liderança mais participativo [...]conquistou a confiança dos milhares de funcionários do Grupo Pão de Açúcar que sentem estar sendo regidos por um maestro competente” (ROBBINS; JUDGE; SOBRAL, 2010, p. 357-358).
ROBBINS, Stephen P.; JUDGE, Timothy A.; SOBRAL, Filipe.
Comportamento Organizacional: teoria e prática no contexto brasileiro. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2010.
Analisando as informações do texto é verdadeiro afirmar que a mudanças de estilos de gestão pelas quais Abílio Diniz passou se refere à mudança de um líder: