De acordo com Oliveira (in Taborda de Olivera, 2006), as preocupações com o controle do corpo acompanham a história da humanidade, reconhecendo que a escola foi e ainda é a instituição que possui formas muito peculiares de tratar o corpo, modelando-o de acordo com os interesses civilizatórios. Ao analisar as práticas corporais na escola, a autora destaca que é possível observar uma prática recorrente que se manifesta mediante um controle intenso. Tal prática corresponde à opção: