Sobre avaliação da aprendizagem no contexto das Políticas Educacionais de Educação Básica, não é correto afirmar:
Seu caráter somativo em larga escala, ou utilizada cotidianamente nas instituições de ensino, faz a avaliação educacional dispensável para garantir o direito à educação, pois torna-se desnecessária, à medida que o aluno evolui.
O debate a respeito da avaliação educacional como instrumento norteador indispensável de ações e políticas públicas deve ser permanente, conhecendo os principais indicadores do Brasil, como eles funcionam e entender a sua relevância.
A formulação de políticas públicas para a educação básica, deve ir contra ao uso delas como mero instrumento para punir os estudantes com mais dificuldades ou classificá-los conforme o desempenho.
Com a pandemia limitando as atividades presenciais e aprofundando desigualdades, a avaliação se torna ainda mais necessária para mensurar os prejuízos educacionais decorrentes dos vários meses de ensino remoto emergencial.
O objetivo principal da avaliação da aprendizagem precisa ser sempre focado em criar evidências para nortear o trabalho de professores, gestores.
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