Segundo Paro (2008,p.23), quando o cargo de maior autoridade na escola depende “quase que exclusivamente de um concurso, cuja principal função é aferir a competência administrativa do candidato sem qualquer vinculação mais direta com os interesses da comunidade da escola”. Ainda que seja legalmente correta, a seleção de gestores seguindo princípios como destacou Paro, estas práticas de “seleção” podem incrementar problemas essencialmente políticos que vão interferir na qualidade do ensino público. Partindo desta reflexão teórica, é coerente perceber que pode haver um problema para o desenvolvimento da gestão democrática na escola quando: