A maior importância da mudança de paradigmas iniciada pelo DSM-III e que perdura no DSM-5 é:
a substituição de conceitos psicanalíticos e fenomenológicos por marcadores biológicos em prol da cientificidade.
a homogeneização de nomenclatura e a criação de critérios objetivos que permitem estudos clínicos e epidemiológicos de serem comparados.
a consolidação de critérios dotados de validade científica para caracterizar os problemas mentais como doenças distintas.
a troca de conceitos observacionais e fenomenológicos por critérios válidos advindos das neurociências.
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